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A propósito das “máquinas de camisinhas” nas escolas

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A propósito das “máquinas de camisinhas” nas escolas

Mensagem por Ricardo em Sab 18 Set 2010, 12:04

A construção e a implantação de “máquinas de camisinhas” em escolas fazem parte do programa Saúde e Prevenção nas Escolas, do Ministério da Saúde. A expectativa do Programa Nacional de DST e AIDS responsável pela iniciativa, é que até 40 máquinas comecem a funcionar ainda neste ano.
A proposta é de que nestas máquinas os adolescentes possam digitar uma senha e retirar o seu preservativo. Cada escola vai decidir onde vai instalar a sua máquina, mas a ideia é que elas fiquem em locais onde os alunos possam retirar sua camisinha com discrição, como nos banheiros.
A discussão sobre a educação sexual nas escolas e a polêmica instalação das “máquinas de camisinhas”, trouxe de volta um texto meu, intitulado “Educação sexual nas escolas”, publicado em 27 de julho de 2007 no Jornal “A TRIBUNA” e que, para minha surpresa, foi selecionado pela campanha de combate e prevenção das DST-AIDS do Ministério da Saúde – site: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] DST e AIDS nos jornais.
“EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS” - Nas últimas décadas, os jovens brasileiros experimentam um nível de relativismo e permissividade moral que cresce com o passar dos anos. Sobre isso, alguns médicos ponderam: “juntar o controle da natalidade à sexualidade na adolescência é um erro”, e asseguram que “a mensagem do ‘sexo seguro’ é um terrível erro”.
A contenção da natalidade é um assunto que extrapola os interesses da sociedade nacional para ser estratégia de controle da população de organismos multinacionais, principalmente da IPPF.
IPPF: A Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF) foi fundada em 1952 sob os auspícios do multimilionário norte-americano John D. Rockfeller III. Finalidade: promover a contenção da natalidade no mundo inteiro para reforçar o imperialismo daquele país.
PRINCÍPIOS BÁSICOS: “IPPF Multinacional da Morte” é o título do livro do escritor argentino Jorge Scala, traduzido por Luis Carlos Lodi da Cruz, que comenta:
No Brasil, há mais de duas décadas, a IPPF recorre à educação sexual nas escolas para favorecer a contenção da natalidade, ou seja, o exercício da genitalidade sem o risco da gravidez. Apoiada por muitos professores e vasta bibliografia, a respectiva educação sexual é ministrada, de acordo com Jorge Scala, a partir de seis princípios básicos, a saber:
“1. Cada aluno deve elaborar sua própria moral sexual, diferente da de seus pais (exagera-se o conflito de gerações, com o fim de que a criança tenha um critério diferente do de seus pais, que lhe pareça próprio, mas que na realidade é o imposto pelo educador sexual permissivo);
“2. Há muitos tipos de união sexual, todos de idêntico valor social: matrimônio (jamais ele é apresentado como indissolúvel), concubinato, co-habitação, acasalamentos ocasionais, homossexualismo ou lesbianismo etc.;
“3. A única diferença entre uma mulher e um homem é a anatomia de seus órgãos genitais (procura-se assim negar a realidade da feminilidade e da maternidade que a acompanha, e a masculinidade e a paternidade dela derivada);
“4. O sexo serve fundamentalmente para se procurar o máximo de prazer; depois e secundariamente, utiliza-se para a reprodução;
“5. O sexo é bom (também moralmente), só na medida em que me dá prazer; por isso devem-se eliminar os medos da gravidez e das doenças sexualmente transmissíveis através do ‘sexo seguro’ (que é definitivamente o objetivo final da matéria);
“6. A única irresponsabilidade e imoralidade sexual é o uso dos órgãos genitais sem a devida proteção, contraceptiva ou preventiva de enfermidades venéreas. Por isso, as classes de educação sexual permissiva terminam convertendo-se em um verdadeiro marketing de profiláticos e anticonceptivos (abortivos ou não)”.
CONSEQUENCIAS: As consequências desta visão hedonista, falsa e reducionista da sexualidade humana estão à vista… A gravidez em jovens solteiras de 15 a 19 anos tem aumentado; a cifra de abortos juvenis subiu, assim como os nascimentos fora do matrimônio; e as doenças venéreas converteram-se em endêmicas em toda uma geração de jovens.
CAMISINHAS NAS ESCOLAS: Resultado de campanhas realizadas pelas organizações internacionais de planejamento familiar, o governo vem distribuindo camisinhas nas escolas; e planeja que os preservativos cheguem a mais de 25% das escolas de ensino médio. Em 2006, ao todo, estava programado para serem oferecidas 100 milhões de camisinhas de 49 mililitros (tamanho menor e mais adaptado a adolescentes) a estudantes em todos os Estados.
O mais grave é que o Ministério da Saúde tenta demonstrar através de pesquisa que, o fornecimento de preservativos pelas escolas não acarreta aumento na incidência de sexo entre os jovens. Essa afirmativa infeliz demonstra o quanto o governo vem fazendo direitinho a lição de casa… para a IPPF, naturalmente!
ABORTO: A aprovação do Projeto de Lei 1135/91, que prevê a total legalização do aborto em nosso país, faz parte do “sexo com segurança” proposto pelo governo, a fim de todas as gestantes, ricas ou pobres, possam exterminar sua prole com segurança. Então, que moral tem o governo para tratar da educação de nossos filhos?
CAMPANHAS DE ABSTINÊNCIA: Enquanto isso, as últimas pesquisas efetuadas por Kaiser Family Foundation ([Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] informam sobre os avanços da campanha de abstinência lançada nos Estados Unidos. Os dados revelaram que atualmente mais de 30% das escolas educam para a abstinência sexual.
“Apesar de os protestos dos grupos abortistas, o Congresso colocou à disposição dos 52 estados norte-americanos 500 milhões de dólares para o ensino da castidade entre os jovens, com o argumento de reduzir a difusão da AIDS e de outras doenças. O sentido de abstinência proposto pelas campanhas nas escolas norte americanas é o de ‘melhor é não arriscar-se e esperar’, pois os estudos mostram que o uso dos preservativos não reduziu a gravidez na adolescência e que a queda dos nascimentos de bebês de mães adolescentes se deve ao aumento da prática da abstinência entre os jovens”.
UMA LIÇÃO: Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo, de nossas escolas e de nossas vidas.
Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas e que os professores e diretores não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.
Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar.
Então, foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: “Está bem!”
Então, alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocou-as à disposição da Internet. E nós dissemos: “Está bem, isto é democracia, e eles têm o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso”.
Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios…
Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
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Re: A propósito das “máquinas de camisinhas” nas escolas

Mensagem por Helena F. Coulomb em Sab 18 Set 2010, 12:33

Acho que a campanha do governo é absurda, mas não por estimular os jovens a fazerem sexo (eles fariam com ou sem educação sexual), mas porque é idiota fazê-los pensar que o uso da camisinha é equivalente ao sexo seguro. A camisinha é um preservativo, mas não é cem por cento eficaz.

Também acho a opinião da autora um tanto equivocada e conservadora. Acho que as escolas tem que incentivar os alunos a levantarem questões sobre o sexo e a própria sexualidade e é dever também da escola ensiná-los a lidar com isso.

Eu fui educada em uma escola católica e cheguei aos quinze anos sem a menor idéia do que era fazer sexo, de como me precaver. Eu não conhecia o meu próprio corpo. O resultado foi que tive uma gravidez psicológica e um aborto psicológico que me marcaram por anos.

Acho que a educação sexual nas escolas é importante, sim. Mas ela deve ser feita corretamente. E acho que não deve ser feita só por professores, acredito que a escola tem que disponibilizar palestras e oficinas sobre o assunto com psicólogos, médicos, etc.
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