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Amor em dose dupla

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Amor em dose dupla

Mensagem por Daniela em Ter 04 Maio 2010, 10:10

Márcia, uma universitária de 23 anos, morava há alguns meses com Guilherme, seu namorado. Nas férias foi fazer um curso de dois meses em Londres, onde conheceu Fábio. Eles viveram uma intensa relação amorosa nesse período. Algumas semanas após seu retorno ainda se sentia confusa, com dificuldade para tomar qualquer decisão: “Amo os dois e não gostaria de ter que optar por um deles. São totalmente diferentes e me completam em aspectos também diferentes. Sexualmente, nem se fala. Cada um é de um jeito, mas adoro fazer sexo com eles. Todos os amigos, inclusive a minha terapeuta, dizem que quero me sabotar, que estou fugindo de uma relação afetiva profunda, que encontrei um jeito de não me ligar a ninguém. Mas sinto que não é nada disso, me sinto muito ligada aos dois. O pior é que o Fábio está voltando para o Brasil e não sei o que fazer”.

Desde que nascemos, muitas coisas nos são ensinadas como verdades absolutas. Todos os meios de comunicação participam ativament - televisão, cinema, teatro, literatura, rádio -, sem contar a família, a religião, a escola, os vizinhos. O condicionamento cultural é tão forte que chegamos a idade adulta sem saber o que realmente desejamos ou o que aprendemos a desejar. Isso ocorre em todas as áreas, portanto, também no que diz respeito ao amor. Fomos estimulados a investir nossa energia amorosa/sexual somente em uma pessoa e a acreditar não ser possível ter mais de um amor de cada vez.

O professor de ciências sociais Elías Schweber, da Universidade Nacional Autônoma do México, discorda que a exclusividade seja natural. “Na infidelidade influem fatores psicológicos, culturais e genéticos que nos levam a afastar a ideia romântica da exclusividade sexual. Não existe nenhum tipo de evidência biológica ou antropológica na qual a monogamia é ‘natural’ ou ‘normal’ no comportamento dos seres humanos. Ao contrário, existe evidência suficiente na qual se demonstra que as pessoas tendem a ter múltiplos parceiros.”

Contudo, é muito difícil encontrar alguém que admita que o amor possa ser vivido fora de uma relação fechada entre duas pessoas. Quando isso ocorre, é comum as pessoas desqualificarem o que o outro sente. Dizem que o amor que está começando não é amor, é só desejo sexual ou, então, que o amor que havia não era amor de verdade, que o parceiro não supria as necessidades e assim por diante.

Para quem está vivendo essa situação, surgem muitas dúvidas a respeito dos próprios sentimentos, na mesma medida em que o sofrimento é grande para quem descobre que o parceiro (a) está amando alguém mais. Ao fazer com que todos acreditem ser impossível amar duas pessoas ao mesmo tempo, o nosso modelo de amor torna inquestionável a conclusão: “se amo uma pessoa, não posso amar outra” e “se ele ama outra pessoa é porque não me ama”.

A questão é que fugir dos modelos impostos gera ansiedade, o desconhecido apavora. Então, surge aquela desculpa esfarrapada: “É possível amar duas pessoas, mas não do mesmo jeito.” Acredito que podemos amar várias pessoas ao mesmo tempo. Não só filhos, irmãos e amigos, mas também aqueles com quem mantemos relacionamentos afetivo-sexuais. E esse amor pode ser com a mesma intensidade, do mesmo jeito ou diferente. Aquilo que buscamos, que nos atrai, pode estar em muitas pessoas. E cada uma delas será objeto do nosso amor. Acontece o tempo todo, mas ninguém gosta de admitir. Assim, nos cobramos a rapidamente fazer uma opção, descartar uma pessoa em benefício da outra, embora essa atitude costume vir acompanhada de muitos conflitos.

A psicóloga Noely Montes Moraes afirma “Buscar comodidade e segurança na vida amorosa como valor absoluto implica colocar-se à margem da vida, protegido por uma couraça. O resultado é a estagnação do fluxo vital e um empobrecimento de vivências. A pessoa assim defendida se torna superficial e um tanto pueril, quando não se torna também invejosa das pessoas que ousam dizer sim à vida, atacando-as com um moralismo rançoso.”

Mas, afinal, por que se tem tanto medo de amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo? O psicoterapeuta e escritor José Ângelo Gaiarsa afirma que “somos por tradição sagrada tão miseráveis de sentimentos amorosos que, havendo um, já nos sentimos mais do que milionários e renunciamos com demasiada facilidade a qualquer outro prêmio lotérico do amor”.

Pode até ser que na fase da paixão, quando se está encantado pelo outro, não caiba mais ninguém. Mas essa fase dura pouco. Com uma convivência mais prolongada, a paixão acaba e fica o amor, se houver. De qualquer modo, não parece uma limitação afetiva amar só uma pessoa? E essa limitação se desenvolveu a partir da crença de que somente através da relação amorosa estável com uma única pessoa é que vamos nos sentir completos e livres da sensação de desamparo. Não é à toa que exigimos que o outro seja tudo para nós e nos esforçamos para ser tudo para ele. Mesmo à custa do empobrecimento da nossa própria vida. Mas para começar a pensar diferente da maioria é necessário ter boa dose de coragem e vontade de viver intensamente.
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Vocês acham que é possível amar duas ou mais pessoas ao mesmo tempo? Já se apaixonaram por duas pessoas ao mesmo tempo? Como foi?


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Re: Amor em dose dupla

Mensagem por Novato em Ter 04 Maio 2010, 10:22

eu acredito em amor eterno e espero encontrar um assim. acho que se apaixonar por duas pessoas pode ate acontecer mas, amor nao.
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Re: Amor em dose dupla

Mensagem por Kolseuvis em Ter 04 Maio 2010, 10:58

Acredito sim que isso é possível. E paixão ao meu ver é completamente diferente de amor.
Se apaixonar por duas pessoas é muito mais comum do que amar duas pessoas.

Não aconteceu comigo, mas não acho que eu não possa ser uma vítima! rsrs
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Re: Amor em dose dupla

Mensagem por sexyboy em Qui 06 Maio 2010, 21:36

Acredito que é normal se apaixonar por duas pessoas ao mesmo tempo. já aconeceu comigo algumas vezes e sempre me senti como se fosse o errado, só que agora sei que não é. O ruim é que a namorada nao aceita e ai a gente tem que da o perdido pra ficar com a outra paixao lol!
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Re: Amor em dose dupla

Mensagem por Gustavo em Sex 07 Maio 2010, 09:04

Sou poliamorista como a Dani, então para mim é natural amar duas pessoas ao mesmo tempo, mas isso não ocorre sempre às vezes fico um bom tempo apenas com uma pessoa sem me interessar por outras.
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Re: Amor em dose dupla

Mensagem por Hajuo em Sab 08 Maio 2010, 22:32

Como bem disse a reportagem, nos ensinam como devemos amar - quem e quando também - e ainda fazem parecer uma coisa natural. Mas são só coisas relativas, coisas culturais.

Então se acontecer um 'amor em dose dupla' acredito que tenha mais é que aproveitar. Não tem porque ficar com duvida, crise ou culpa. A unica condição é de que todos os envolvidos saibam e concordem, claro - escondido não vale, né? Envergonhado
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Re: Amor em dose dupla

Mensagem por Daniela em Seg 10 Maio 2010, 11:10

Também acredito que é algo cultural, nos ensinaram assim, tanto que existem culturas em que o "normal" é amar mais de uma pessoa.
Penso que é possível gostarmos romanticamente de duas ou mais pessoas ao mesmo tempo quando percebo como amamos igualmente (ainda que tenham diferenças) nossos irmãos (eu tenho dois e não saberia dizer qual amo mais), nossos sobrinhos (tenho duas e amo igualmente as duas), e até mesmo nossos amigos (são mais de dois), e até mesmo os pais e avós e tios etc. Então para mim é possível e normal, mas se uma pessoa amar apenas uma pessoa, também não vejo como algo anormal, é possível que ela tenha achado tudo que queria, que tenha todo seu amor devotado a uma única pessoa.
A questão é que amando apenas uma pessoa ou mais não nos torna melhores ou piores que os outros, todo indivíduo reage, sente, pensa diferente do outro em alguma coisa, nesse campo não seria diferente.


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Re: Amor em dose dupla

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