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Projeto ViraVida oferece alternativas para jovens e adolescentes em situação de exploração sexual

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Projeto ViraVida oferece alternativas para jovens e adolescentes em situação de exploração sexual

Mensagem por Daniela em Qua 12 Maio 2010, 14:57

Compromisso, conquista e conseqüência são as etapas básicas do contrato de convivência firmado com adolescentes e jovens, em situação de exploração sexual, para participarem do Projeto ViraVida. Essa iniciativa do Sesi/CN, em parceria com organizações governamentais, não governamentais, empresas públicas e privadas, é uma resposta que esses setores tem dado à sociedade brasileira no sentido de combater a exploração sexual, por meio de processos socioeducativos, e dar a esse público alternativas de vida, a partir de sua inserção no mercado de trabalho.

O Projeto ViraVida busca resgatar adolescentes e jovens entre 16 e 21 anos de idade, de ambos os sexos. São meninos e meninas, moças e rapazes socialmente submetidos a uma situação de violação de direitos, isto é, que viveram algum tipo de experiência relacionada com violência, abuso sexual, gravidez precoce, dependência química, que normalmente apresentam baixa escolaridade e residem em periferias de grandes centros.

De acordo com o presidente do Conselho Nacional do Sesi, Jair Menegueli, o Projeto ViraVida soma-se à Rede de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes para construir uma rede de oportunidades viáveis voltadas para jovens e adolescente vitimados por abuso e exploração sexual. “Essa luta é de toda a sociedade. Meu grande sonho é que um dia o Projeto ViraVida se torne uma política pública. Mas para isso, será necessário que a Rede de Enfrentamento se fortaleça cada vez mais, com o engajamento do governo federal, estadual e municipal e outros parceiros”, explicou. Criado há dois anos pelo Conselho Nacional do Sesi, o projeto já contabiliza 628 jovens e adolescentes atendidos, sendo 70% do sexo feminino. Do total dos atendidos: 181 jovens foram inseridos no mercado de trabalho; 158 jovens estão participando de processo seletivo para ingressar no mercado de trabalho; e 227 alunos encontram-se em processo socioeducatico (em sala de aula). O número geral de evasão é de 62 alunos.

Atualmente o Projeto ViraVida está implantando em sete cidades de sete estados diferentes: Fortaleza (CE), Recife (PE), Natal (RN), Belém (PA), Brasília (DF), Teresina (PI), e Salvador (BA). O ViraVida encontra-se em fase de implantação nos seguintes estados: Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Curitiba e Foz do Iguaçu (PR).

A segunda fase da experiência piloto deverá ampliar a área de abrangência do projeto e o número de beneficiados. A meta é atender a 1.600 jovens e adolescentes até o fim de 2010, quando o projeto estará também no Maranhão, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, e São Paulo.

O Projeto ViraVida é desenvolvido com o apoio do Sistema S (Senac, Sesc, Sebrae, Senai, e Sescoop), em parceria com Organizações Não-Governamentais. Está alinhado ao Plano Nacional de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O grande diferencial do Projeto é a participação do setor produtivo que promove a inserção desses jovens no mercado de trabalho. A formação profissional do jovem ou adolescente é obtida simultaneamente a ações de educação básica continuada, para elevação da escolaridade, que abrange temas como cidadania, Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), saúde e cuidados com o corpo, Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e outros. Também há atendimento psicossocial, visando resgate de valores, redução de danos e desenvolvimento humano.

Saiba como funciona o projeto:

Primeiro passo - A virada na vida desses jovens e adolescentes inicia-se quando são abordados por instituições governamentais, religiosas, ONGs, Casas de Passagem, Conselhos Tutelares que atuam na rede Pública de Enfrentamento da Exploração Sexual. A atribuição dessas instituições é recrutar e inscrever os jovens e adolescentes no processo de seleção dos cursos profissionalizantes. Têm também a incumbência de acompanhar os selecionados ao longo do processo de formação, promovendo aconselhamento e atendimento/encaminhamento.

Segundo passo - Instituições do Sistema S (Sesi, Senai, Sesc, Senac e Sebrae), sob a coordenação do Conselho Nacional do Sesi, respondem pelo processo de seleção, formação, avaliação, encaminhamento ao mundo do trabalho e acompanhamento de egressos, cada um em sua área de competência: Sesi – educação básica; Senai – aprendizagem industrial; Senac – aprendizagem comercial; e Sebrae – orientação à formação de cooperativas e incubação de pequenos negócios.

Terceiro passo - Empresas públicas e privadas são parceiras na divulgação do Projeto e na empregabilidade dos participantes, seja por meio de programas de aprendizagem, como o Jovem Aprendiz, estágios, contratação direta ou oferta de microcrédito para fomentar o empreendedorismo.

Fonte: Jornal dia a dia

É um passo!
Nossa parte é fazer denúncias de casos de exploração sexual de crianças, adolescentes e jovens pelo disque 100, leia aqui para saber mais.


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Re: Projeto ViraVida oferece alternativas para jovens e adolescentes em situação de exploração sexual

Mensagem por sexyboy em Qua 12 Maio 2010, 18:19

Bom projeto, espero que seja certo e dê resultado.

Não sabia do disque 100, isso deveria ser mais divulgado, grato Daniela.
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Re: Projeto ViraVida oferece alternativas para jovens e adolescentes em situação de exploração sexual

Mensagem por Novato em Qui 13 Maio 2010, 16:48

Também não sabia do disque 100.
tomara que seja um trabalho sério e tenha resultados
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Re: Projeto ViraVida oferece alternativas para jovens e adolescentes em situação de exploração sexual

Mensagem por Kolseuvis em Sab 15 Maio 2010, 14:11

Muito bacana ter postado e nos informado! =D
Mais reputação, com certeza!
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Re: Projeto ViraVida oferece alternativas para jovens e adolescentes em situação de exploração sexual

Mensagem por Carlos em Seg 17 Maio 2010, 09:15

lembrando que amanhã é o dia nacional de abuso e exploração infantil, como mostra o gif da assinatura da Dani. Alguém ouviu falar sobre isso na mídia? Sabem se estão preparando algo para amnhã? O que o Governo está fazendo?
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Alagoas se mobiliza para ato de combate à exploração sexual

Mensagem por Daniela em Seg 17 Maio 2010, 12:02

A Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), em parceria com a Secretaria de Estado da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos, convida toda a população para participar das ações alusivas ao Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual contra a Criança e o Adolescente.

Neste domingo (16), haverá grande caminhada na orla de Maceió, com concentração marcada para 9h, em frente ao Clube do CRB. Esta mobilização visa repercutir a necessidade do trabalho em conjunto dos órgãos públicos e da população contra essa violação de direitos. Durante este mês, estão sendo realizadas palestras educativas nos Petis e escolas de todo o Estado.

A secretária de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, Solange Jurema, destacou a importância de a sociedade civil se fazer presente nesta caminhada. “É fundamental registrar uma mobilização sobre o combate à exploração sexual contra a criança e o adolescente. É necessário que a população se conscientize de que é uma vergonha saber que a gente ainda tem as nossas crianças sendo violentadas”, disse.

A data foi escolhida porque em 18 de maio de 1973, no Espírito Santo, um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”. Este era o nome de uma menina de apenas 8 anos, que foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta. Esse crime, apesar da natureza hedionda, até hoje está impune. A intenção do Dia 18 de maio é mobilizar e convocar toda a sociedade a participar dessa luta.

A violência sexual praticada contra a criança e o adolescente é uma violação dos Direitos Humanos, em especial do direito à vivência sadia da sexualidade. Nessa violação, são estabelecidas relações diversas de poder, nas quais pessoas ou redes satisfazem seus desejos e fantasias sexuais ou tiram vantagens financeiras e lucram usando, para tais fins, as crianças e os adolescentes.

Estatística da violência – No ano de 2010, considerando os meses de janeiro a março, o Disque-Denúncia Nacional contabilizou uma média de 76 denúncias por dia. Segundo o relatório feito por este serviço, a região Nordeste foi a que registrou mais denúncias. Dentre os estados brasileiros, Alagoas ficou em 19º lugar no ranking, com 2.022 denúncias para cada grupo de 100 mil habitantes.

Em Alagoas, conforme balanço da seccional alagoana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), juntamente com o Fórum Estadual dos Conselhos Tutelares de Alagoas, a violência contra crianças e adolescentes vem crescendo. Mais de 39 mil crianças e adolescentes foram assassinados ou sofreram algum tipo de violência, entre o segundo semestre de 2008 e o primeiro semestre de 2009. No mesmo período, 262 jovens foram assassinados, sendo 158 em Maceió e 104 no interior. A maioria ligada ao tráfico e consumo de drogas.

O Estado possui 20 Centros de Referência Especializados da Assistência Social (Creas), ofertando serviços socioassistenciais de proteção social especial de média complexidade, para atendimento a famílias e indivíduos em situação de risco pessoal e social que apresentam seus direitos violados.

Com base nos relatórios qualiquantitativos apresentados pelos 20 Creas de Alagoas, nos últimos 4 anos a violência sexual contra crianças e adolescentes chega a 940 por abuso sexual e 606 por exploração sexual.

Esses dados constam de atendimentos feitos pelos Creas com crianças e adolescentes vítimas de violência sexual que foram encaminhadas pelo conselho tutelar, escola, família e juizado. Nos dois casos, as vítimas se encontram principalmente na faixa etária de 7 a 14 anos, geralmente são meninas oriundas de famílias com renda de até meio salário mínimo. Em grande maioria, o crime ocorre em seu próprio lar.

Mobilizar-se nesta data significa demonstrar que todos – família, escola, sociedade civil, governos, instituições de atendimento, mídia – estão convocados e comprometidos em participar do enfrentamento da violência sexual e promover as condições para o desenvolvimento digno e feliz da sexualidade de crianças e adolescentes.

Fonte: Alem Temporal

Deveria ter mobilização durante toda a semana!


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Paraíba terá mais de 40 ações contra abuso e exploração de crianças e adolescentes

Mensagem por Daniela em Seg 17 Maio 2010, 13:37

A Paraíba terá mais de 40 ações contra abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes no Estado nas áreas de prevenção, assistência, diagnóstico do fenômeno da violência, defesa e responsabilização, mobilização e articulação.

As propostas estão no Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Sexual contra Criança e Adolescentes, que será apresentado pela secretária de Estado do Desenvolvimento Humano, Giucélia Figueiredo, na próxima terça-feira (18), às 14h, durante o I Colóquio sobre Estratégias de Enfrentamento à Violência Sexual contra crianças e adolescentes, no auditório do Unipê, na Capital.

O evento é uma realização da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano e integra as ações do Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração de Crianças e Adolescentes, o 18 de Maio. O procurador do Ministério Público do Trabalho, Eduardo Varandas, participará com palestra sobre a Conjuntura da Violência na Paraíba. Já o procurador da República, Guilherme Schelb, também é um dos convidados para discutir as Estratégias de Enfrentamento à Violência Sexual.

Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Sexual

As 40 ações que serão apresentadas pelo Governo do Estado constam no Plano Estadual de Enfrentamento à Violência Sexual contra Criança e Adolescentes, que tem objetivo de estabelecer um conjunto de ações articuladas que permitam intervenções técnicas, política e financeira para o enfrentamento da violência sexual no Estado.

O Plano foi elaborado desde 2002 com participação de diversas organizações governamentais e não governamentais. Agora, o Governo do Estado está construindo a revisão e atualizando ações com a participação de mais de 25 entidades. “Estamos redefinindo as ações que vamos colocar em prática. Toda a construção é feita de forma coletiva e acreditamos que a mobilização de todas as entidades é uma das principais estratégias para enfrentarmos o problema”, disse Giucélia.

Segundo ela, na área de atendimento, o Estado pretende melhorar a promoção do atendimento psicossocial, pedagógico e jurídico as famílias. “Queremos incluir prioritariamente familiares de crianças e adolescentes em situação de violência em programas de moradia, profissionalização e geração de trabalho e renda e criar serviços de atendimento especializados e de saúde mental para os autores de violência sexual contra crianças e adolescentes, nos casos em que for necessário o tratamento”, afirmou.

Entre as ações está previsto, também, a garantia do atendimento especializado as crianças e aos adolescentes vítimas de violência sexual e suas famílias por meio de uma rede de articulação entre os 223 municípios. “Um criança que sofreu violência receberá atendimento porque a rede será articulada e encaminhará o caso com mais agilidade para os setores de atendimento”, disse a secretária.

Os números de violência
Os números de violência contra crianças e adolescentes na Paraíba são assustadores: só em 2009 houve 4.024 casos de violência contra meninos e meninas, de acordo com o Centro de Referência Especializada da Assistência Social (Creas). Desses, 1158 foram abusados sexualmente, 1247 foram vítimas de negligência, 848 sofreram violência psicológica, 407 crianças e adolescentes foram fisicamente violentados e 355 explorados sexualmente. Além desses números, foram registrados 186 atendimentos de adolescentes em medidas socioeducativas.

Desse total, 87,5% dos casos têm como vítima o público infanto-juvenil. Sob responsabilidade do Estado, os Creas atenderam 2.358 vítimas de violência. Dessas, 2.050 foram crianças e adolescentes. Este ano, o contador de violência do site [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] da SEDH, já contabilizou 187 casos violência, de março até primeira semana de maio.

Dia Nacional de Combate

O 18 de maio é a data em que Araceli Cabrera Crespo, de nove anos incompletos, desapareceu da escola onde estudava para nunca mais ser vista com vida. Araceli foi espancada, estuprada, drogada e morta numa orgia de drogas e sexo. Seu corpo, o rosto principalmente, foi desfigurado com ácido. Seis dias depois do massacre, o corpo foi encontrado num terreno baldio, próximo ao Centro da cidade de Vitória, Espírito Santo. Seu martírio significou tanto que esta data se transformou no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.

Fonte: Clickpb


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Re: Projeto ViraVida oferece alternativas para jovens e adolescentes em situação de exploração sexual

Mensagem por Leleca em Seg 17 Maio 2010, 13:50

Que legal Dani voce divulgar essa campanha que eh muito importante para todos, pois todo mundo tem criança ou adolescente na familia e precisa protege-los
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Re: Projeto ViraVida oferece alternativas para jovens e adolescentes em situação de exploração sexual

Mensagem por Gustavo em Seg 17 Maio 2010, 15:12

Amanhã é o dia D, quero ver o que o Governo preparou para o dia, se é que preparou...
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Re: Projeto ViraVida oferece alternativas para jovens e adolescentes em situação de exploração sexual

Mensagem por Daniela em Seg 17 Maio 2010, 16:23

Mobilização na orla alerta população contra a violência sexual infanto-juvenil

Panfletagem e caminhada marcaram início das atividades alusivas ao 18 de maio



O dia 18 de maio, instituído pela Lei Federal 9.970/00 como o Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, foi lembrado neste domingo, 16, com uma grande mobilização na orla de Atalaia. A partir das 9h, panfletos e adesivos sobre o tema foram distribuídos nos arcos da Orla de Atalaia e, às 11h, uma caminhada em direção à Passarela do Caranguejo chamou a atenção de todos para a necessidade de prevenir e enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes.
A mobilização - coordenada pelo Comitê Estadual de Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes - acontece desde 2007, e este ano contou com a participação dos membros do Comitê, conselheiros estaduais e municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente, gestores municipais e estaduais, representantes da Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides), da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Aracaju (SMTT) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), além da sociedade em geral.

De acordo com o coordenador do Comitê Estadual de Sergipe, Danival Lima Falcão, a ação aconteceu para manter viva na comunidade a necessidade de denunciar crimes de violência infanto-juvenil, e ajudar a preveni-los através do Disque-Denúncia Nacional (100) e o Disque Estadual (79) 3213-7000). “Mostrar para todas as pessoas como agir, identificar e notificar casos de abusos ou exploração sexual contra crianças e adolescentes é o nosso principal objetivo”, ressaltou Falcão, ao lembrar que em julho o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 20 anos.

Segundo o membro da Comissão dos Direitos Humanos da Polícia Rodoviária Federal, Anderson Sales, além da sensibilização da sociedade, a polícia tem como objetivo reprimir condutas violentas através da identificação do agressor e encaminhamento das vítimas à rede de atendimento.

Conscientização

A grande passeata de conscientização atraiu olhares e chamou a atenção das pessoas que passavam pelo local. A senhora Denis Rosa da Silva, que passeava pela Orla de Atalaia no momento da ação, disse ter ficado feliz em perceber que Sergipe está atento à problemática da violência contra crianças e adolescentes. “Sabemos que hoje há muitos casos de crianças e adolescentes sofrendo abusos de todo tipo e é bom saber que existe uma ação voltado para isso”, afirmou.

Para a delegada Georlize Teles, do Departamento de Atendimento à Grupos Vulneráveis (DAGV), a mobilização social é uma das principais armas contra o abuso de crianças e jovens. Normalmente a vítima é ligada àquele que pratica o abuso, e na exploração a vítima nem sempre consegue enxergar esse explorador como um criminoso. Por isso o Departamento tem duas frentes: uma de conscientização e alerta, e a outra de responsabilização e punição desse infrator”, explicou a delegada.

“Procuro sempre me certificar de que não estou sendo omisso em relação a casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Oriento sempre meus funcionários, principalmente os garçons, que fazem o contato direto com o cliente, para que fiquem atentos à venda de bebidas alcoólicas na casa, por exemplo”, destacou Marciel Adriano, gerente de um bar na Orla de Atalaia.

Segundo a diretora do Departamento de Assistência Social da Seides, Marta Gama, o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Sergipe deve ser acionado imediatamente em caso de suspeita de violência para que, juntamente com a família, a situação possa ser encaminhada à DAGV. “Essa articulação é que garante a punição dos agressores e a proteção à vítima”, frisou Marta.

Dados da violência

No ano de 2009, o Núcleo de Prevenção de Violências e Promoção da Cultura de Paz, Vigilância de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju recebeu 225 notificações através do Sistema de Aviso Legal por Violência e Exploração contra a Criança e o Adolescente (Salve), das quais 20 procedentes do interior.

Dentre as notificações de residentes no interior, 19 foram por negligência e uma por abuso psicológico, sendo 6 do sexo masculino e 14 do sexo feminino, englobando os municípios de Nossa Senhora do Socorro (15), Nossa Senhora da Glória, São Cristóvão, Ribeirópolis, Laranjeiras e Aquidabã.

Das 205 notificações de vítimas residentes em Aracaju, 101 são do sexo masculino, 101 do sexo feminino e 3 não informados (RN sem registro civil). Quanto ao tipo de violência, foram 63% por negligência, 7% sexual, 5% física; 5% síndromes não especificadas; 4% física e negligência; 4% negligência e psicológica, 01 óbito por trabalho infantil, dentre outras combinações. Das notificações recebidas, 79 foram enviadas ao 1ª Distrito do Conselho Tutelar (zona Sul), 60 ao 5º Distrito (zona norte), 33 notificações ao 2º (zona Oeste), 28 ao 4º (zona Nordeste) e 5 notificações ao 3º Distrito do Conselho Tutelar (zona Leste e Centro da cidade).
Fonte:Faxaju

Vários estados estão se mobilizando, que bom! Mas ainda acho pouco, deveriam estar o mês todo trabalhando nisso, a nível nacional.


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