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Pílula Anticoncepcional

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Pílula Anticoncepcional

Mensagem por Daniela em Sex 12 Mar 2010, 10:52

A pípula completou 50 anos de existência em 2010 e, por isso, a Folha de S. Paulo fez uma matéria sobre ela.

Mas vou postar apenas a parte de perguntas e respostas sobre o método que revolucionou a sexualidade feminina.



Leia as 20 perguntas principais sobre a pílula selecionadas pela Folha de S.Paulo e respondidas pelos ginecologistas Carlos Alberto Petta, Edmundo Baracat e Julisa Lascasas Ribalta:

1 - Qual é a eficácia da pílula?
Com o uso totalmente adequado, é maior que 99%. Na vida real, em que acontecem falhas no uso, como esquecimentos na hora de tomar, a eficácia fica entre 94% e 96%.


2 - Qual é a composição?
O anticoncepcional oral combinado, tipo mais usado, é composto por um estrógeno sintético e um progestagênico (derivado de progesterona). Nas pílulas disponíveis no Brasil, o estrogênio é sempre o mesmo (etinilestradiol) -o que muda são os progestagênicos e a dosagem de cada uma das substâncias.


3 - Qual é o método de funcionamento?
A pílula impede as oscilações hormonais que levam à ovulação, altera o muco do colo do útero, dificultando a passagem dos espermatozoides, e deixa o endométrio (revestimento interno do útero) inadequado para a implantação do óvulo.


4 - Tem sempre que tomar no mesmo horário? Por quê?
O ideal é tomar sempre em horários próximos, mas eles não precisam ser rigorosamente iguais. Isso ajuda a evitar as flutuações hormonais necessárias para que ocorra a ovulação. Além disso, diminui o risco de esquecimento.


5 - Por que tem que fazer uma pausa?
A pausa interrompe o bloqueio hormonal e permite que o revestimento uterino "desmonte" e sangre, mimetizando o que ocorre no ciclo normal da mulher. As pílulas permitem que a mulher continue menstruando a cada mês.


6 - O que é minipílula?
É a pílula sem estrógeno, apenas com derivados de progesterona. Costuma ser indicada no período de amamentação, já que o estrógeno interfere na lactação.

7 - O que são pílulas de regime contínuo?
O uso da pílula pode ser estendido por meses, sem a interrupção habitual. Nesse período, a menstruação será suspensa. Para isso, a escolha deve ser por pílulas com doses sempre iguais. Há pílulas em que as doses variam de um comprimido para outro e, se não for feita a pausa indicada, a sequência é prejudicada e a estabilidade hormonal fica comprometida.


8 - Quem não pode tomar?
Segundo a Organização Mundial da Saúde, as contraindicações para uso da pílula combinada são hipertensão grave ou associada a doenças cardiovasculares, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, derrame, doença cardíaca, diabetes de longa duração, insuficiência hepática, tumores, ter mais de 35 anos e fumar 15 ou mais cigarros por dia, ter mais de 35 anos e apresentar diabetes e hipertensão, ter sangramento vaginal de causa desconhecida, estar nas primeiras seis semanas de amamentação ou ser portadora de doença autoimune que não permita o uso de hormônios.


9 - Traz efeitos colaterais e riscos?
Os riscos mais importantes são infarto, derrame e tromboembolismo venoso, mas, na ausência de condições de saúde que desaconselhem o uso, o risco é pequeno. Os efeitos colaterais possíveis são: retenção hídrica, dor de cabeça e nos seios, náusea, sangramento irregular e alteração de humor. Esses problemas tendem a melhorar após três meses de uso.


10 - Pode favorecer o câncer ?
Há muita discussão sobre a associação entre uso da pílula e aumento do risco do câncer de mama, e os trabalhos ainda são inconclusivos. A hipótese mais aceita hoje é que a pílula pode favorecer o câncer de mama em mulheres com predisposição genética para a doença. No caso do câncer do colo de útero, não há evidência de que o anticoncepcional favoreça o desenvolvimento do HPV (papiloma vírus) e de tumores. A pílula pode também ter efeito protetor contra câncer de endométrio e de ovário.


11 - Diminui a cólica?
Sim. A pílula diminui a produção de prostaglandinas, substâncias que causam as contrações uterinas que levam à dor. Ela também diminui a produção de prostaciclina, que induz a vasodilatação, favorecendo o fluxo sanguíneo. Por isso, pode diminuir o fluxo menstrual.


12 - Melhora acne?
Depende do tipo de progesterona usada na pílula. As que têm ação anti- androgênica melhoram os quadros de acne e oleosidade excessiva da pele e do couro cabeludo.


13 - Engorda?
Em geral, não. Estudos mostram que isso pode acontecer com mulheres mais sensíveis aos hormônios, mas elas são minoria. Em algumas pacientes, pode aumentar a retenção hídrica, mas há alguns tipos de progesterona com leve ação diurética, que podem ser usadas nesses casos.


14 - Pode ser indicada para outras funções que não a contracepção?
As pílulas podem ajudar no tratamento de endometriose, cólicas menstruais, TPM e ovários policísticos.

15 - Como funcionam as injeções?
As injeções de estrógeno e progesterona são aplicadas uma vez por mês e as que têm apenas progesterona, a cada três meses. As dosagens de hormônios são maiores do que as do anticoncepcional oral. Apresentam vantagens de ordem prática, já que dispensam o uso diário, e são indicadas para quem tem desconforto gástrico. O uso contínuo da injeção trimestral pode suspender a menstruação, mas provocar pequenos sangramentos de escape. Em algumas mulheres, pode desencadear sintomas depressivos.


16 - E os implantes?
Têm apenas progesterona. Os implantes subcutâne os são bastonetes de cerca de 4 cm que são implantados sob a pele e liberam a substância aos poucos. Normalmente, são trocados uma vez por ano. O implante intrauterino é um dispostivo em forma de T, implantado no colo do útero, que libera o hormônio gradativamente por cerca de cinco anos.


17 - É difícil engravidar após usar pílula por muitos anos?
Se não há nenhuma contraindicação, a pílula pode ser usada por muitos anos sem comprometer a fertilidade. Mulheres que tomam pílula por dez ou mais anos podem demorar um pouco para voltar ao ciclo normal de ovulação, mas, se não houver outro fator interferindo, ele se regulariza em cerca de seis meses.


18 - Posso tomar por anos seguidos?
Sim, desde que não apareçam fatores de risco -hipertensão, por exemplo- nesse período. O surgimento de novas condições de saúde deve ser comunicado ao médico, para a avaliação do custo/benefício.


19 - O que fazer se esquecer de tomar?
Se for só um dia, deve-se tomar duas pílulas no seguinte e voltar ao esquema normal. Se forem dois ou mais dias, o uso de uma por dia deve ser reiniciado, até o fim da cartela -porém, a eficácia da pílula ficará comprometida, e é preciso usar algum método de contracepção de barreira, como a camisinha.


20 - Que remédios interferem na eficácia da pílula?
Alguns antibióticos, anticonvulsivos e barbitúricos.


Fonte:Folha de S.Paulo


Consulte um ginecologista para saber qual o método contraceptivo mais adequado para você, e lembre-se que a pípula evita gravidez e não as DST's, então, para isso, use a camisinha!


Última edição por Dani Montper em Sex 12 Mar 2010, 12:37, editado 2 vez(es)


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Re: Pílula Anticoncepcional

Mensagem por Leleca em Sex 12 Mar 2010, 11:33

Eu sou virgem mas penso em jah perguntar pra minha medica qual o remedio que eh melhor pra mim mas nem eh pelo sexo eh que eu ouvi dizer que pílula eh bom pra colica e pra pele e o medico na entrevista confirmou ^^
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Re: Pílula Anticoncepcional

Mensagem por Gustavo em Qua 17 Mar 2010, 14:59

Minha namorada é alérgica, como que funciona esse treco de alergia a pilula?
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Re: Pílula Anticoncepcional

Mensagem por Daniela em Seg 10 Maio 2010, 11:20

Meio século após a pílula, 46% das gestações no Brasil não são planejadas

SÃO PAULO - Realidade há exatos 50 anos, quando foi lançada no mercado dos EUA, e no Brasil há 48 anos, a pílula anticoncepcional ainda não materializou o maior sonho de sua idealizadora: permitir que todas as mulheres fossem mães só quando realmente desejassem.
Quase a metade das gestações nos EUA e dos nascimentos no Brasil ocorre quando as mulheres não querem, apesar da expansão do método que mais permite independência na contracepção e de sua contribuição para a redução das taxas de fecundidade. A chegada da pílula permitiu que muitas mulheres fossem mães melhores, avançassem nos estudos e no trabalho e separassem definitivamente sexualidade de reprodução.

No caso do Brasil, houve avanço importante nos últimos anos no uso de contraceptivos, mas 46% dos nascimentos no País não são desejados ou são planejados para mais tarde, segundo dados ainda não explorados da última Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher (PNDS), feita em 2006.

No levantamento anterior, realizado em 1996, o porcentual era de 48%. O avanço muito pequeno, segundo os próprios pesquisadores, mostra problemas no acesso aos métodos contraceptivos, mau uso ou falhas na tecnologia disponível.

"Houve um enorme avanço na oferta de anticoncepcionais no Sistema Único de Saúde, há pílulas a preços populares, mas o uso ainda é mal orientado. A mulher não é instruída sobre eventuais efeitos colaterais e não recebe suporte para a contracepção. Precisamos de tempo para caminhar", avalia Ignez Perpétuo, professora de Demografia da Universidade Federal de Minas Gerais e responsável pelo módulo sobre métodos contraceptivos da PNDS. Ela destaca, porém, que o levantamento não apurou, por exemplo, quanto das mulheres que declararam ter filhos sem querer estavam usando ou não contraceptivos.

A PNDS indicou que 81% das mulheres de 15 a 49 anos que viviam alguma forma de união usavam anticoncepcionais. A esterilização feminina (laqueadura) ainda é a opção mais frequente (29%), mas, somado o uso da pílula (25%) com o dos anticoncepcionais injetáveis e o do Dispositivo Intrauterino (DIU), os métodos reversíveis já ultrapassam a laqueadura.

"O grande avanço foi que Brasil saiu do bloco dos países em que a laqueadura lidera para entrar no dos mais avançados", destaca Tereza Delamare, da área técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde. Ela enfatiza ainda que só a parcela de filhos não desejados, por exemplo, caiu de 22% para 18% em dez anos.

O governo aponta aumento dos gastos com anticoncepcionais e a centralização das compras como medidas para melhorar o acesso da população, além de pedir que municípios invistam mais. Mas a PNDS mostrou que pílulas e injeções ainda são obtidas principalmente nas farmácias, e não no SUS. "Se temos ainda 46% (de filhos que não eram esperados), é porque o acesso não é de acordo com a lei", afirma Elisabeth Vieira, do Departamento de Medicina Social da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto. O direito a métodos contraceptivos está na Constituição e foi regulamentado por lei em 1996.

Controle. A luta pelo acesso à pílula começou no início do século passado. Em 1912, dois anos antes da criação do Dia das Mães, a enfermeira de família católica irlandesa Margaret Sanger, que viu a mãe morrer após 18 gestações, já defendia a criação de um medicamento contraceptivo. No entanto, a ideia só viria a ser viabilizada 48 anos depois, com o financiamento da amiga e feminista Katharine McCormick.

"Antes, além da discriminação, as mulheres tinham de controlar a própria sexualidade ou se arriscar em um aborto. Houve avanço, redução da fecundidade. Mas só o fato de a contracepção ser um assunto feminino denota a desvalorização da sociedade. É coisa de mulher. E coisa de mulher não é levada a sério", diz Elisabeth Vieira, da USP.

"A pílula não foi contra as mães. Foi para as mães. E modificou a maternidade mais do que qualquer coisa. A sua grande contribuição não foi prevenir a maternidade, mas fazê-la melhor, permitindo que as mulheres gerassem filhos de acordo com suas aspirações", afirma Elaine May, professora de história na Universidade de Minnesota (EUA) e autora do livro A América e a Pílula.
Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Incrível como depois de 50 anos uma método que veio para beneficiar as mulheres (a maioria) ainda é visto com preconceito...


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Re: Pílula Anticoncepcional

Mensagem por Carlos em Seg 10 Maio 2010, 18:33

É parece que não aprendem!
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Re: Pílula Anticoncepcional

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