Fórum Sexualidade
Olá, Convidado, seja bem-vindo ao Fórum Sexualidade.

Aqui você terá espaço para falar sobre diversos temas da sexualidade humana sem tabus, podendo compartilhar e aprender com todos os outros membros.

Além disso, você encontrará diversas discussões e informações sobre os mais variados temas da atualidade.

Somente membros podem visualizar alguns assuntos, portanto, não perca tempo e cadastre-se, participe das discussões.

Este fórum é melhor visualizado no navegador Mozilla Firefox 3.6 com a resolução de tela 1024 x 600 ou superior.

Divulgue-nos também.
Atenciosamente,

Equipe do Fórum Sexualidade.

Conectar-se

Esqueci minha senha

Painel do Usuário
Convidado


PAINEL DE USUÁRIO




MENSAGENS PRIVADAS
Últimos assuntos
» Site que envolve arte e sexo
Qui 30 Jul 2015, 08:42 por strubloid

» Arte mais sexo
Qui 30 Jul 2015, 08:40 por strubloid

» Sou doente ou ele já não me quer?
Ter 14 Jul 2015, 09:22 por rqhb

» Mulheres mais velhas gostam mais de sexo do que as mais novas, diz estudo
Sex 24 Abr 2015, 20:08 por Elisa Margotte

» Seguro de mais a ejaculação e acabo não gozando!
Dom 22 Fev 2015, 03:45 por Magusto

» Pílula
Qui 05 Fev 2015, 19:21 por Sofia Matias

» Mostrar o corpo na webcam para ganhar um Dinheiro Extra
Qua 28 Jan 2015, 12:20 por PixudoTesudo

» Preocupação dupla...
Qui 27 Nov 2014, 15:57 por Victor13

» Daniel Denardi, ao seu dispor
Qui 02 Out 2014, 20:56 por dandenardi

Votação

O que pensa sobre aborto:

27% 27% [ 12 ]
11% 11% [ 5 ]
11% 11% [ 5 ]
50% 50% [ 22 ]

Total dos votos : 44

Novidades do Blog
Veja também
Formspring.me

OrkutTwitter

Cantinho da Éris
Visitas

PageRank
Donde vêm

Quando o mundo é um prostíbulo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Você é contra ou a favor da legalização da prostituição?

80% 80% 
[ 4 ]
20% 20% 
[ 1 ]
 
Total dos votos : 5

Quando o mundo é um prostíbulo

Mensagem por Daniela em Ter 01 Jun 2010, 18:28

Segue aqui uma reportagem sobre tráfico de mulheres e a prostituição, retirado do site Racismo ambiental, cujo link segue mais abaixo.

Temos acumulado nesse debate, mas vários desafios se apresentam pra nós nesse período, em que sob a euforia de sediar grandes eventos esportivos, os velhos lobbystas da legalização da prostituição, ou melhor, da "profissão de proxeneta" voltarão a cena, trazendo um discursinho barato sobre liberdade sobre o corpo, e mentiras sobre os impactos positivos sobre a vidas das mulheres em situação de prostituição.

Sem dúvida de que não se é contra os direitos das mulheres em situação de prostituição, sobretudo o de viver sem violência, mas a questão é mais profunda: Como aceitar que essa seja uma escolha das mulheres? Que mundo é esse que condena as pobres a mercantilização de seu corpo, de seu sexo? Precisamos ter elaboração sobre o que já vimos acumulando, já que desde a retomada da ofensiva contra a mercantlização do corpo e da vida das mulheres ampliamos nossa atuação para o debate da prostuição.

Assim, reforçamos o convite para que façamos desse espaço uma troca sobre esse tema, assim como da nossa elaboração teórica e inicitivas de interveção, já que somos nós militantes da MMM de vários estados, em que o turismo sexual, o tráfico de mulheres e adolescente está fortemente presente.

Enfim, companheiras, segue o texto e segue o debate E SEGUIREMOS NÓS, TODAS EM MARCHA, ATÉ QUE TODAS AS MULHERES SEJAM REALMENTE LIVRES!!!!!


Quando o mundo é um prostíbulo
Por racismoambiental, 31/05/2010 09:42
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Fruto de uma investigação, um ex-empregado de um banco denuncia o negócio planetário do tráfico sexual e a vida atroz das cerca de um milhão de mulheres escravizadas para exercer a prostituição.

A reportagem é de Lola Galán, publicada no jornal El País, 30-05-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

As meninas e jovens que se oferecem por umas poucas rúpias nos prostíbulos gigantescos de Kamathipura e Falkland Road, em Mumbai, não são muito diferentes das adolescentes do Leste Europeu encerradas em clubes noturnos em Mestre, perto de Veneza. Ou das jovens nigerianas detidas, sob ameaça de morte, em cortiços perdidos entre as estufas de Almería, na Espanha, como as que a polícia libertou há alguns dias.

Umas e outras são escravas sexuais. Um termo aparentemente defasado em pleno século XXI, que descreve, infelizmente, uma realidade nada infrequente. Mais de um milhão de adolescentes e de mulheres jovens alimentam hoje esse sórdido negócio que proporciona aos que o exploram milhares de milhões de euros de lucro por ano. Mulheres vendidas, enganadas ou raptadas pelos próprios grupos mafiosos que controlam o tráfico sexual.

Como se desenvolve o tráfico de mulheres no mundo global? Quem são suas vítimas e quem são os carrascos? “As vítimas são mulheres jovens, pobres, muitas pertencem a minorias étnicas, ou vêm de países instáveis e estão desesperadas para emigrar. Os campos de refugiados também são um campo propício para recrutá-las”, explica Siddharth Kara (foto), na conversa telefônica de sua casa em Los Angeles. Ele é autor de um livro sobre o assunto, “Tráfico sexual. El negocio de la esclavitud moderna”, publicado pela Alianza Editorial. Kara, de 35 anos, ex-empregado do banco de negócios Merrill Lynch, deixou seu lucrativo trabalho para iniciar, no ano 2000, uma série de viagens pelo mundo que o levariam ao coração do tráfico sexual através de três continentes.

Nos países do sul e do leste da Ásia, nos Estados Unidos, no leste da Europa, nos Bálcãs e na Itália, Kara teve contato com escravas, assistentes sociais, intermediários e alguns traficantes. O resultado desse amplo trabalho de campo é o livro sobre esse negócio desumano, que analisa os aspectos econômicos sem esquecer o drama profundo das jovens exploradas.

Dramas como o de Mallaika, uma ex-escrava sexual que Kara encontrou em Mumbai. Casada aos 13 anos, após dar a luz à dois filhos mortos, o marido a vendeu a um intermediário quando ela tinha recém completado 16 anos. Mallaika trabalhou toda a sua juventude como escrava sexual, obrigada a satisfazer a dezenas de clientes por dia. No gigantesco bordel, imperava a lei mais brutal. Todos os dias, escravas como ela morriam violentamente. Depois, ela passou a trabalhar como prostituta pelo sistema indiano de adhiya. A metade do que ela ganhava era para o dono do prostíbulo. Infectada pelo vírus da Aids quando Kara a encontrou, Mallaika estava consciente de que seus dias estavam contados.

Free the Slaves

Siddharth Kara, membro da direção da ONG Free the Slaves, criada em 2000 por um grupo de intelectuais para lutar contra a escravidão, conta que seu interesse pelo assunto surgiu quando era estudante na Universidade de Duke (Carolina do Norte). Em 1995, Kara passou algumas semanas no campo de refugiados de Novo Mesto (Eslovênia). Ali, uma jovem bósnia lhe contou que soldados sérvios raptaram algumas de suas companheiras e as levaram a prostíbulos de Belgrado.

Essa lembrança nunca lhe abandonou. E, no ano 2000, com alguma coisa de dinheiro economizado, uma simples mochila, uma câmera de fotos e um gravador, lançou-se à aventura de ver com seus próprios olhos a natureza do tráfico de mulheres. “Calculo que agora mesmo haja em torno de 1,3 milhões de escravos sexuais, a maioria mulheres e meninas”, diz Kara. “Mas não devemos esquecer que são muitas mais as pessoas escravizadas no negócio da prostituição”.

Kara acredita que uma das razões do auge desse comércio é a sua rentabilidade, só superada pelo tráfico de drogas. Mas com um risco muito menor. Por que os mafiosos que controlam o tráfico sexual correm menos risco de ser detidos? “Há várias razões. A corrupção policial, a dos guardas da fronteira, a do sistema judicial. Também não há fundos para atender as escravas que conseguem se libertar, e é difícil que elas denunciem os traficantes. Além disso, as forças encarregadas de lutar contra essa chaga não têm meios, nem estão coordenadas globalmente”.

Quando Siddharth Kara iniciou sua investigação, ele se deparou com o fato de não haver dados nem evidências testemunhais do tráfico. “Dedicavam-lhe muito pouca atenção. Nem sequer na imprensa. Hoje, há mais interesse, mas nem sempre é um interesse sadio. Há jornalistas e membros de ONGs que só querem contar histórias sensacionalistas para construir suas próprias carreiras. Além disso, os recursos econômicos são limitados. Por não sei qual razão, a luta contra o tráfico de mulheres está subordinada a outros problemas, como o terrorismo, o tráfico de drogas, ou a imigração. Além de haver uma apatia institucional histórica na hora de reconhecer as dimensões desse problema e de lhe dar uma solução. Seguramente, como as mulheres ainda são discriminadas no mundo, elas recebem uma atenção menor”.

Dramas pessoais

A vida das escravas sexuais está dominada por um mesmo horror, seja no Oriente ou no Ocidente, no Norte ou no Sul. Kara entrevistou jovens que sobrevivem meio drogadas nos prostíbulos mais sujos de Mumbai e meninas do Leste Europeu obrigadas a ficar nas ruas de Roma e encontrou trágicas semelhanças.

“Poderia parecer mais sórdida a situação das escravas sexuais na Índia, mas o trato que essas jovens recebem tem aspectos comuns em ambos os países. Todas sofrem contínua violência, são torturadas e ameaçadas constantemente e obrigadas a ter relações sexuais com dezenas de indivíduos por dia. Na Índia, a prostituição está proibida, e tudo é feito às escondidas, enquanto que na Itália a prostituição de rua é autorizada, salvo para as menores de idade”.

Na cidade santa de Benarés, Kara se encontrou com Devika, uma adolescente com uma história estremecedora. “Quando eu tinha 13 anos, um dia um homem, ao qual eu conhecia pelo nome de Raj, me abordou a caminho da escola. Me pegou pela mãe e me disse que me mataria se eu gritasse pedindo ajuda. Ele me levou para a sua casa e me violentou. Abusava de mim todos os dias e trazia outros homens para que tivessem relações sexuais comigo”. Até ser resgatada, Davika passou meses trabalhando na casa-prostíbulo de Raj, que a obrigava a ter relações sexuais com mais de 20 homens por dia.

Sua história, com exceção das enormes distâncias culturais e geográficas, parece-se à de Tatyana, uma menina moldava de 18 anos que passou 26 meses como escrava sexual na Itália.

O erro de Tatyana (os nomes que Kara cita em seu livro não são autênticos) foi se apresentar ao anúncio publicado por um jornal de sua cidade natal, Chisinau (Moldávia), no qual se solicitavam jovens para trabalhar no serviço doméstico na Itália. “Assim que saí de casa, meus companheiros me violentaram e depois me mantiveram vários dias sem comer”, relata no livro. Sua primeira parada foi na Sérvia, onde foi comprada por traficantes albaneses. Mais tarde, foi vendida novamente para a Albânia. Dali passou para a Grécia, onde os mafiosos que a acompanhavam colocaram-na em um barco rumo à Itália. “Ali, os albaneses a colocaram no porta-malas de seu carro”, relata Kara em seu livro, “e a levaram diretamente para Milão, onde foi vendida ao proprietário de um clube noturno”. Todas as noites, ela tinha que deitar com os clientes e satisfazê-los sexualmente. “Quando eu não queria beber, o proprietário injetava tranquilizantes para animais em mim”.

A oferta de escravas sexuais na Itália é tão abundante que os preços do ato sexual reduziram-se pela metade. A clientela se multiplicou. Hoje em dia, constata Kara em seu livro, “frequentar prostíbulos está cada vez mais integrado na cultura italiana”. Depois de serem exploradas nos bares de Roma, Turim, Mestre ou Milão, muitas dessas mulheres são enviadas para outros países da Europa onde seu calvário continua.

Clientes não lhes faltam. Segundo Kara, no mundo inteiro, entre 6% e 9% dos homens maiores de 18 anos compram sexo de escravas pelo menos uma vez por ano. Seja por entretenimento, por impulsos violentos ou por qualquer outro propósito, ele reconhece que não há canto do mundo onde os homens não recorrem aos prostíbulos. Os Estados Unidos, com leis proibicionistas muito restritas e implacavelmente aplicadas, é um dos lugares onde o comércio sexual parece ter menos êxito. Mas não deixa de ser uma exceção.

O que caracteriza os consumidores desse sexo barato? “Não sou a pessoa indicada para responder essa pergunta. É verdade que alguns homens o consomem sem maiores problemas de consciência. Há razões biológicas, sociais, não sei. Obviamente, sem homens dispostos a pagar por sexo, não existiria essa escravidão. Mas nem todos os homens são responsáveis por ela. Só uma pequena parte”.

Entre os clientes de imundos salões de massagem, ou das prostitutas de rua, estão os imigrantes, que chegam, muitas vezes sozinhos, a um país desconhecidos e hostil. “A globalização foi um agravante enorme. O tráfico de seres humanos é uma das consequências mais horríveis do capitalismo global, que gerou enormes desigualdades econômicas. Porque se produz uma transferência clara de riqueza e de recursos das economias pobres para as ricas junto com outro fenômeno, o da falta de direitos humanos nos países em desenvolvimento”.

O papel negativo da religião

E a religião? Tem algum papel nesse fenômeno? Kara, que viajou várias vezes para a Tailância, outro país com maior oferta de escravas sexuais e prostitutas menores de idade, cita o budismo theravada, religião oficial, como uma das últimas razões do desprezo para com a mulher, considerada como uma reencarnação inferior ao homem.

Mas o hinduísmo também não é mais compassivo com as mulheres, nem os ritos africanos. As mulheres nigerianas pegas pelo tráfico muitas vezes aceitam condições de vida terríveis sem se queixar, por temor aos ritos Ju ju, aos quais estão submetidas. “Existe ainda uma opressão bastante generalizada das mulheres por parte dos homens. E a religião é um meio a mais para submetê-las. Não é culpa da religião em si, mas sim do uso que se faz dela”, diz Kara.

O autor de “Tráfico sexual” acompanhou com interesse as leis liberalizadoras da prostituição em alguns países europeus, caso da Holanda. E não parece convencido de que sirvam para erradicar o tráfico de mulheres. “A legalização da prostituição é ruim porque é utilizada como uma tela, uma vitrine atrás da qual se desenvolve o mesmo comércio sexual com escravas nas condições mais terríveis”.

Siddharth Kara relata em seu livro seus percursos pelos bairros mais degradados de Bangkok, onde abundam os prostíbulos imundos. Ali, encontram-se autênticas escravas, adolescentes que cobram apenas quatro euros pela hora de sexo, e onde a atmosfera é deprimente e sórdida a extremos inauditos. Também existem prostíbulos suntuosos para os turistas ricos e homens de negócios que chegam ao país em busca precisamente disso. Lugares de luxo para os ricos e barracos para os pobres. Sexo pago para todos. Até os escravos trazidos da Birmânia, de Laos e de Cambodja, para construir rodovias e edifícios de moradias, recebiam um salário minúsculo, “com o qual podiam se permitir o sexo com escravas”, indica Kara.

Frente a esse panorama desolador, o autor propõe, mais do que soluções, novos enfoques para o problema. O primordial, em sua opinião, é tornar a vida de traficantes e exploradores muito mais difícil. Que as máfias não operem com a impunidade atual, que sofram perseguição e prisão. Que a colheita anual de escravas seja cada vez mais incerta e escassa. E uma maior conscientização dos clientes? Siddharth Kara considera isso menos factível. Enquanto a oferta exista, a demanda nunca irá decair.
Ofensiva


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Fique por dentro das novidades do fórum em [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].
Já pensou em ter seu próprio espaço aqui? Então crie teu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]!
avatar
Daniela
Idealizadora
Idealizadora

Feminino Sagitário Galo
Primaveras Primaveras : 35
Mensagens Mensagens : 1099

http://cantinhodaeris.wordpress.com/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o mundo é um prostíbulo

Mensagem por Kolseuvis em Qua 02 Jun 2010, 02:20

Sou a favor... não acho que o mundo seja um prostíbulo.
Mas tenho plena consciência de que a prostituição existe, eu e o mundo temos esta "plena consciência". Acho que de uma certa forma é um meio de se ganhar dinheiro... um trabalho.
avatar
Kolseuvis
Mediador
Mediador

Masculino Aquário Macaco
Primaveras Primaveras : 25
Mensagens Mensagens : 218

http://www.interativo.forumeiros.net

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o mundo é um prostíbulo

Mensagem por Daniela em Qua 02 Jun 2010, 09:53

A prostituição já é regulamentada, Kolseuvis, não é crime e a prostituta tem os mesmos direitos que as demais profissões, porém, a exploração da prostituição é crime.
E o mundo é sim um prostíbulo a partir do momento que as pessoas acham normal mulheres pobres recorrerem à venda de seu próprio corpo para ter o que comer ou alimentar seus filhos, torna-se normal quando as pessoas acham que tudo pode ser trocado por dinheiro, inclusive o corpo, e para isso existem as mulheres que casam com homens ricos apenas por eles serem ricos - você não vê chamarem essas mulheres de aproveitadoras ou putas?
Mas como podem chamá-las assim, e desmerecerem-nas, se elas fazem apenas o que ensinaram ser o normal? Que não tem nada demais vender o corpo para ter o que quiser? Por que elas são marginalizadas então?


Corpo não é moeda de troca, é por pensarem assim que existem milhares de meninas se prostituindo, e é por isso que existe a exploração sexual, o tráfico sexual, porque a maioria pensa que é apenas uma forma de ganhar dinheiro - "ela quer vender por preço x e eu quero comprar, então tá tudo certo". E o que há por trás disso tudo? A pessoa não se preocupa em saber, ela quer o produto, a parte dela é pagar e só, e daí o motivo daquela pessoa estar vendendo o corpo?

Se vender o corpo fosse bom, a grande maioria dos que fazem não seria drogada, depressiva, alcoólatra, estariam felizes por fazerem o que gostam.

E mais uma coisa, você é a favor da prostituição, ok. Então me diga, você acharia legal se sua mãe resolvesse ser prostituta, se essa for a profissão que ela escolheu, que ela gosta? E se for seu pai, acharia legal ele se prostituir?


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Fique por dentro das novidades do fórum em [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].
Já pensou em ter seu próprio espaço aqui? Então crie teu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]!
avatar
Daniela
Idealizadora
Idealizadora

Feminino Sagitário Galo
Primaveras Primaveras : 35
Mensagens Mensagens : 1099

http://cantinhodaeris.wordpress.com/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o mundo é um prostíbulo

Mensagem por Doutor do sexo em Qua 02 Jun 2010, 12:06

Sou contra a exploração da prostituição e do tráfico sexual, bem como de menores de idades se prostituírem da forma que for, mas contra a mulher ou homem vender seu corpo, não acho que desvalorize como ser humano, no entanto, não gostaria que minha filha, mãe, irmã, pai e filho se prostituíssem, pois atribuo como a últimca coisa a se fazer quando não se tem mais escolha como meio de sobrevivência, então opto por "contra" a prostituição de modo geral, para que não valorizem o sexo - o objeto, ao invés do ser humano, para que existam outros meios de se sustentar para essas pessoas, que sempre optam por esse caminho como última opção ou quando já estão perdida por causa de drogas.
E um grande número de mulheres está nessa "profissão" obrigadas por exploradores,, fazendo do sexo um grande negócio e acho isso um pecado contra a integridade e dignidade das pessoas, se a prostituição legal facilita isso, então também sou contra.

Se fosse outro tempo, em que todos se respeitam, em que dar prazer por dinheiro é algo valorizado, que as pessoas respeitassem os prostituídos, em que fosse por querer e não por obrigarem ou por última escolha como meio de sobrevivência, aí sim, talvez me tornasse a favor de pessoas se tornarem prostitutas.

Complexo e um tema muito delicado. Obrigado por trazê-lo.
avatar
Doutor do sexo
Estagiário
Estagiário

Masculino Virgem Cachorro
Primaveras Primaveras : 46
Mensagens Mensagens : 135

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o mundo é um prostíbulo

Mensagem por Kolseuvis em Qua 02 Jun 2010, 13:55

Hum, ta aí uma coisa que não sabia!

Agora concordo plenamente com a parte de que ela não deve ser explorada.
Bom, o fato é que eu disse o que disse, e continuo concordando em que a prostituição tem que ser certinha!
avatar
Kolseuvis
Mediador
Mediador

Masculino Aquário Macaco
Primaveras Primaveras : 25
Mensagens Mensagens : 218

http://www.interativo.forumeiros.net

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o mundo é um prostíbulo

Mensagem por Novato em Qua 02 Jun 2010, 15:42

Eu não ia gostar da minha mãe, filha, irmã, namorada, pai ou irmão trabalhasse vendendo o corpo e acho que só faz isso quem precisa mesmo e não por gostar e isso ajuda que explorem essas mulheres então eu sou contra também
avatar
Novato
Notificador
Notificador

Masculino Libra Cabra
Primaveras Primaveras : 25
Mensagens Mensagens : 229

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o mundo é um prostíbulo

Mensagem por sexyboy em Qua 02 Jun 2010, 16:45

Acho que da forma como está regularizada está bem, o que falta é garantir os direitos básicos e acabar com a exploração, principalmente infantil.
O governo também deveria criar programas para que essas mulheres que são prostitutas tenham a escolha de sair dessa vida, já qqussa por necessidade e não por escolha.

Basicamente teríamos as prostitutas de luxo, que escolhem se aceitam certo cliente ou não, que receberiam bem e terem todos os direitos assegurados, principalmente segurança e saúde.

Dessa forma, não veria problema em até minha mãe ser prostituta, mas na situação atual do Brasil em relação ao tratamento dado a essa classe, não aceitaria e não apoio não, por isso marquei contra.
avatar
sexyboy
Destaque
Destaque

Masculino Touro Búfalo
Primaveras Primaveras : 32
Mensagens Mensagens : 152

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o mundo é um prostíbulo

Mensagem por Leleca em Qui 03 Jun 2010, 14:31

Se as pessoas fossem prostitutas por gostarem disso até que concordaria mas acho que ninguem vira prostituto porque quer e sim por nao ter mais escolha entao voto contra

nao gostaria que minha mae ou pai fosse prostituto
avatar
Leleca
Estagiário
Estagiário

Feminino Leão Cavalo
Primaveras Primaveras : 26
Mensagens Mensagens : 108

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quando o mundo é um prostíbulo

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum