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Afeto e sexualidade no mundo contemporâneo

Mensagem por Novato em Ter 20 Jul 2010, 09:23

Embora a sociedade esteja sempre em constante mudança, a necessidade de amar, de compartilhar desejos e sonhos com o outro, de ser apoio e ser apoiado, de não viver sozinho, continua firme e inabalável entre nós. É certo que as rápidas transformações do mundo nestes últimos anos modificaram nosso comportamento e formas de expressão, parecendo estar mais fácil comunicar, abrir-se para alguns e extremamente complicado para tantos outros. Mas como compreender a relação sociedade e indivíduo sobre as relações amorosas atualmente?

Para isso, identificamos duas espécies de amor e duas de sexo, com que convivemos no nosso dia a dia. Nenhuma delas, no entanto, pode ser considerada melhor ou mesmo ruim. De fato, nos sentiríamos mais completos, se é que isso é possível, com todos esses quatro modelos.

O amor social é aquele amor do imaginário social, construído coletivamente, mais convencional. Não é um amor de aparências sociais, mas sim um amor que se realiza em sociedade, que pode ser demonstrado na sociedade. É o amor do beijo no shopping, do almoço de domingo na casa dos sogros, da fase de apresentar a família, das viagens e da fidelidade.

O amor cúmplice é aquele sincero, puro no sentido que é seu e do outro, que não deve nada a ninguém. É o amor da parceria, da lealdade, o amor construído sem medos, sem vergonhas, é aquele que um aceita o outro como se é. É o amor da intimidade, do poliamor, de dividir as dúvidas e os medos íntimos.

O sexo social é o sexo previsível socialmente: a "ficada", depois o beijo, carinhos e a transa. É aquele que hoje em dia se ensina aos filhos, mas até pouco tempo atrás exigia silêncio. É a imagem que provavelmente vem à cabeça quando se imagina duas pessoas transando.

O sexo da cumplicidade é fruto do amor cúmplice. É o sexo de compartilhar as fantasias, os fetiches, sem medo de haver repreensão. É o sexo em que os dois corpos ou mais se completam, formam um só. É o sexo sem tabus, aberto em sua essência, livre para ouvir as vontades do outro com o mesmo respeito tanto de quem conta a fantasia, quanto daquele que possivelmente recusa.

Contudo, parece que nossa sociedade prefere negar a felicidade a seus membros, repreendendo-os através de barreiras hipócritas. Dessa forma, é comum negar - seja com agressões verbais, físicas ou até mesmo aquele olhar curioso - o amor social aos casais homossexuais. Como estes enfrentam preconceitos e o próprio tabu que é gostar hoje de alguém do mesmo sexo, é comum desenvolver o amor cúmplice e o sexo cúmplice, verdadeiro e necessário para que juntos possam vencer as adversidades da vida.

Essa mesma sociedade impõe aos casais heterossexuais o casamento formal, que visa a constituir uma família com filhos, mas com um sexo cheio de tabus, medos e receios de se abrir ao parceiro quanto aos seus desejos e fantasias sexuais, sem ser repreendido severamente com um "isso é nojento!" ou "você não é normal". Felizes seríamos se pudéssemos ser nós mesmos, sem viver nas sombras impostas pela sociedade.
Fonte: O Globo
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