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Personagens femininas buscam sexo com mais liberdade na dramaturgia

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Personagens femininas buscam sexo com mais liberdade na dramaturgia

Mensagem por Novato em Ter 20 Jul 2010, 09:28

A libido está mais explícita. De uns tempos para cá, algumas personagens têm protagonizado cenas erotizadas, que demonstram o quanto finalmente as mulheres estão se liberando sexualmente na dramaturgia. A insaciável Stela, de Maitê Proença em Passione, é apenas a mais recente. Sempre atrás de "presas" mais jovens, ela lida de forma banal com o ato de fazer sexo com estranhos. Trata o assunto como quem busca apenas o prato do dia. O perfil de mulher que vai à caça na teledramaturgia já está no ar há tempos e se transformou com o passar dos anos. Se há tempos a Viúva Porcina, de Roque Santeiro, de Dias Gomes, tinha o aval para atirar para todos os lados por ser viúva, o tema antes era mostrado com mais leveza porque normalmente era abordado com a comédia.
Atualmente, ao fugir do humor, as personagens femininas se aproximam das atitudes que antes eram vistas apenas como masculinas, ao falar e praticar sexo com mais liberdade. "As aventuras sexuais da Stela são como uma droga, que não a satisfaz plenamente. Ela não é uma ninfomaníaca, apenas quer adrenalina. Faz isso para se vingar do marido e voltar para casa mais leve para enfrentar uma nova jornada", justificou Maitê.
Segundo o psicanalista e doutor em psicologia Francisco Ramos de Farias, professor da UniRio e especialista em desejo e perversão, personagens como a Stela, que buscam parceiros incansavelmente, estão atrás de uma relação ideal porque sentem que vivem apenas relacionamentos incompletos. "No caso da personagem da Maitê, ela parece querer algo perdido da juventude, por isso se atrai por jovens que despertam nela esse impulso incontrolável. Isso não é uma doença do ponto de vista clínico, mas um desvio do ponto de vista moral", observou Francisco Ramos.
Com a queda de alguns tabus, cada vez mais o público tem aceitado personagens mais sexualizados nas tramas, que sempre driblam a classificação indicativa das novelas. Com a falta de cenas mais explícitas de sexo, os autores apostam em tomadas mais complexas de discussão da sexualidade. Bem diferente de 20 anos atrás, quando a Mulher de Branco, vivida por Cláudia Alencar em Tieta, atacava os homens da pacata Santana do Agreste. Nessa época, a figura da mulher traidora ou despudorada era mostrada com um véu, escondida, para não confrontar a sociedade. Ou mesmo até meados da década de 1990, quando foi ao ar Dona Anja, exibida pelo SBT. A trama, protagonizada por Lucélia Santos, contava a história de uma mulher que, ao ficar viúva, abriu um bordel que era aceito por toda a cidade e frequentado por figuras ilustres da história de Yoya Wursch e Cristiane Fridmann. Todos os personagens eram traídos e traíam em uma naturalidade que destoava de outras tramas da época nessa abordagem.
Mais recentemente, no casamento da comédia com a traição, que foi o caso de Norminha, personagem de Dira Paes em Caminho das Índias, além de trair o marido todas as noites com homens diferentes, ela ainda lançava mão do "Boa Noite Cinderela": dopava Abel, de Anderson Muller para que pudesse sair tranquilamente com seus amantes para aplacar seu desejo sexual hiperativo. "Não cabe ao ator julgar o personagem, mas a Norminha era combustível para o Abel. Analisando hoje, acho que ele sabia de tudo e só deflagrou o escândalo quando ele se tornou público. Mas essa autoestima bem-resolvida faz muito bem à mulher", avaliou Dira. "Manter relações sexuais com vários parceiros é uma forma de manter um poder, de dominar, mesmo que sejam relações superficiais", destacou o psicanalista Francisco Ramos.
Isso se reflete principalmente nas mulheres entre os 40 e 50 anos, faixa etária em que algumas mulheres ficam inseguras pelo avançar da idade. E é nessa idade que está a maioria das predadoras da teledramaturgia, caso da viúva Neuta, de Eliane Giardini, em América. Nesta idade, com recursos médicos, como reposição hormonal, as mulheres resgatam a libido e acabam sendo mais agressivas em suas conquistas. Na trama de Glória Perez, Eliane interpretou uma coroa fogosa que se envolvia com um peão muitos anos mais jovem, interpretado por Murilo Rosa. "Personagens assim trazem esperança para as mulheres e criam uma identificação com aquelas que precisam dar uma virada em suas vidas. A minha geração tem tido um ganho extra de juventude com os tratamentos que trazem mais sensualidade", explicou Eliane.
Linguagem dos decotes
Personagens mais atiradas costumam ter um figurino condizente aos seus ataques sexuais. Quando interpretou a lasciva Safira em Belíssima, Cláudia Raia teve um figurino inspirado nas coleções da marca Dolce & Gabanna, que deixava lingeries sensuais à mostra sob generosos decotes e saias tão justas que a atriz mal conseguia se locomover. "As saias dela pareciam embaladas a vácuo. Ela andava apertadinha e a saia devia roçar ela o tempo inteiro. Por isso ela tinha tanto fogo", divertiu-se a atriz.
Com Norminha foi o mesmo. Com vestidos que pareciam ser um número menor e profundos decotes com os sutiãs aparecendo, a personagem de Dira Paes ainda provocava os homens na rua com suas paradinhas para arrumar os seios protegidos por rendas. "Ela me trouxe um universo que mexeu com a sensualidade porque estava num período que amamentava, estava com a casa cheia de fraldas. Ela me deixava mais mulher", lembrou Dira.
Instantâneas
# Uma das personagens que mais trouxe polêmica ao se envolver com um personagem mais jovem foi Bia Falcão, de Fernanda Montenegro, em Belíssima. No final da trama, para reforçar a vilania da personagem, ela viajava para Paris ao lado de seu amante Mateus, de Cauã Reymond, que tinha idade para ser seu neto.
# Uma das ninfetas mais atacadas da dramaturgia foi Anita, papel de Mel Lisboa, que era uma espécie de predadora jovem. Com atitudes de uma lolita erotizada, a protagonista da minissérie Presença de Anita seduzia Fernando e Zezinho, papeis de José Mayer e Leonardo Miggiorin, respectivamente.
# Ainda em Presença de Anita, Vera Holtz interpretava a predadora Marta, uma mulher de meia-idade que seduzia sexualmente negros mais jovens, como o personagem André, de Taiguara Nazareth.
# Alice, papel de Maria Luiza Mendonça em Viver a Vida, era compulsiva por sexo. A personagem terminou a trama tendo um caso a três com Osmar, de Marcelo Valle, que era bissexual, e o namorado de Osmar.
# Em Tieta, de Aguinaldo Silva, Luiza Tomé vivia Carol, uma mulher caliente, que era amante do Coronel Modesto Pires. A personagem era chamada por ele de "Teúda e Manteúda".
Fonte: Terra
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