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Congresso de estudantes de Medicina desmistifica sexualidade em contexto de doença

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Congresso de estudantes de Medicina desmistifica sexualidade em contexto de doença

Mensagem por Novato em Sex 23 Jul 2010, 10:02

Desmistificar a sexualidade num contexto de doenças como HIV, cancro, limitações físicas ou dependências é um dos objectivos do congresso que começa sexta-feira na Figueira da Foz, destinado sobretudo aos futuros médicos do país, avança a agência Lusa.

Organizado pela Associação Nacional de Estudantes de Medicina (ANEM), em colaboração com a Fundação Portuguesa a Comunidade contra a Sida, o congresso vai tratar a forma como doentes com HIV, limitações físicas ou neoplasias, sobretudo do foro genital, "vivem a sua sexualidade", debatendo os problemas com que se confrontam e apresentando soluções e estratégias para os ultrapassar.

O doente seropositivo e a sexualidade saudável, o impacto e as consequências das dependências (alcoolismo, tabagismo ou drogas) na sexualidade, viver a sexualidade na neoplasia e os desafios para uma sexualidade activa colocados pelas limitações físicas são os temas dos quatro fóruns previstos no congresso.

Nos trabalhos, que decorrem até sábado no Casino da Figueira da Foz, estão também previstos 20 workshops sobre, entre outras problemáticas, o tratamento da disfunção sexual e suas implicações, infertilidade e sexualidade, as drogas e a sexualidade e a relação entre sexualidade e stress.

Para a presidente da ANEM, Inês Laíns, o impacto destas doenças na sexualidade ainda é um tema "menos abordado" nos cursos de Medicina, daí a importância de proporcionar esta formação complementar aos futuros médicos.

"A Organização Mundial de Saúde define a saúde não só como ausência de doença, mas como o bem-estar físico, psíquico e social. Hoje em dia o que aprendemos é que temos que olhar para um doente de acordo com o modelo bio-psico-social, ou seja como um todo", realça, em declarações à agência Lusa.

"Mais importante do que uma doença é o doente e é a pessoa que nós temos à nossa frente. Não basta tratar a causa, é preciso ter em conta todos os factores que estão incluídos no doente. A sexualidade faz parte daquilo que é importante na vida do doente. Cada vez mais a qualidade de vida é um aspecto que temos de ter em conta quando olhamos para um doente e portanto é importante ter a noção da forma como uma determinada doença pode influenciar a sexualidade", acrescenta.

De acordo com a jovem médica, "existem cada vez mais estratégias para ultrapassar as limitações dos doentes", permitindo-lhes viver a sua sexualidade.

"Há hipóteses disponíveis, é preciso é conhecê-las e alertar os jovens médicos para a necessidade de implementá-las, tendo em conta a perspectiva do doente", defende.

Intitulado "Sexo Sentido na Doença", o congresso conta com cerca de duas centenas de participantes e, entre os oradores, estão os especialistas Machado Caetano, Filomena Aguiar, Nuno Marques, Luís Reis Lopes, Afonso de Albuquerque, Maria João Cardoso, António Freire, Elsa Marques e Helena Cardoso.

"Sexo sentido na doença, porque achamos que o sexo faz sentido na doença. Faz sentido e é algo sentido, é algo com afectividade. Por outro lado, o próprio nome também nos faz lembrar o sexto sentido, que é aquela ideia do outro sentido, aquilo que nos faz continuar a ter esperança e continuar a desejar mais", explicou Inês Laíns.
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