Fórum Sexualidade
Olá, Convidado, seja bem-vindo ao Fórum Sexualidade.

Aqui você terá espaço para falar sobre diversos temas da sexualidade humana sem tabus, podendo compartilhar e aprender com todos os outros membros.

Além disso, você encontrará diversas discussões e informações sobre os mais variados temas da atualidade.

Somente membros podem visualizar alguns assuntos, portanto, não perca tempo e cadastre-se, participe das discussões.

Este fórum é melhor visualizado no navegador Mozilla Firefox 3.6 com a resolução de tela 1024 x 600 ou superior.

Divulgue-nos também.
Atenciosamente,

Equipe do Fórum Sexualidade.

Conectar-se

Esqueci minha senha

Painel do Usuário
Convidado


PAINEL DE USUÁRIO




MENSAGENS PRIVADAS
Últimos assuntos
» Site que envolve arte e sexo
Qui 30 Jul 2015, 08:42 por strubloid

» Arte mais sexo
Qui 30 Jul 2015, 08:40 por strubloid

» Sou doente ou ele já não me quer?
Ter 14 Jul 2015, 09:22 por rqhb

» Mulheres mais velhas gostam mais de sexo do que as mais novas, diz estudo
Sex 24 Abr 2015, 20:08 por Elisa Margotte

» Seguro de mais a ejaculação e acabo não gozando!
Dom 22 Fev 2015, 03:45 por Magusto

» Pílula
Qui 05 Fev 2015, 19:21 por Sofia Matias

» Mostrar o corpo na webcam para ganhar um Dinheiro Extra
Qua 28 Jan 2015, 12:20 por PixudoTesudo

» Preocupação dupla...
Qui 27 Nov 2014, 15:57 por Victor13

» Daniel Denardi, ao seu dispor
Qui 02 Out 2014, 20:56 por dandenardi

Votação

O que pensa sobre aborto:

27% 27% [ 12 ]
11% 11% [ 5 ]
11% 11% [ 5 ]
50% 50% [ 22 ]

Total dos votos : 44

Novidades do Blog
Veja também
Formspring.me

OrkutTwitter

Cantinho da Éris
Visitas

PageRank
Donde vêm

Sida diminui entre jovens em África

Ir em baixo

Sida diminui entre jovens em África

Mensagem por Daniela em Sex 23 Jul 2010, 11:31

O número de jovens com sida diminuiu de forma significativa em oito países da África Sub-sahariana, uma zona que concentra 71 por cento dos 33,4 milhões de pessoas afectadas pela doença, segundo relatório da ONU.
“Na Côte d’Ivoire, Etiópia, Quénia, Malawi, Namíbia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabw, foi registada uma forte diminuição no número de pessoas infectadas pela sida, o que foi acompanhado por mudanças positivas no comportamento sexual dos jovens”, assegura a Agência das Nações Unidas de Luta Contra a Sida (UNAIDS) em estudo divulgado.

O organismo da ONU, que publica relatórios sobre a situação da Sida no mundo de dois em dois anos, afirma que o Quénia registou uma descida de 60 por cento no número de infectados entre 2000 e 2005.

Na Etiópia, o número de mulheres jovens grávidas afectadas pela doença caiu 47 por cento em zonas urbanas, enquanto nas zonas rurais a diminuição foi de 29 por cento.

A UNAIDS afirma também que em países como os Camarões, a Etiópia ou o Malawi, a idade em que os jovens começam a ser sexualmente activos está a recuar, enquanto em outros países da região diminuiu o número de pessoas que têm vários parceiros ao mesmo tempo e aumentou o uso do preservativo.

No entanto, segundo disse à agência Efe o porta-voz da organização Médicos sem Fronteiras (MSF) e coordenador médico da ONG em Genebra, Nathan Ford, nem tudo são boas notícias, já que a sua organização “não notou” uma diminuição no número de infectados.

“Desde que uma pessoa se infecta com o HIV até que surja a doença da Sida podem passar dez anos. Portanto, embora a transmissão esteja agora a descer, vamos continuar a receber aqueles que se infectaram há 10 anos e continuam a precisar de tratamento”, explicou o porta-voz dos MSF. “Só notaremos a diminuição na incidência da Sida a médio prazo, mas até lá o número de pessoas que precisam de tratamento vai continuar a crescer e, por enquanto, continuaremos a trabalhar em situações em que a necessidade de tratamento é muito maior do que a disponibilidade de medicamentos antirretrovirais”, afirmou Ford.

Em Novembro passado, a MSF denunciou o congelamento de fundos internacionais dedicados à luta contra a Sida e Ford afirmou que a falta de dinheiro já começa a afectar a população.

“Levámos dez anos a tratar da Aids (Sida) e já sabemos o que funciona e o que não funciona, mas agora dizem-nos que não há dinheiro suficiente”, reclamou Ford, que afirmou que, “na actualidade, apenas cerca de 30 por cento ou 40 por cento das pessoas que precisam de tratamento estão a recebê-lo”.

Ford destacou que há governos da África Sub-sahariana que “rejeitam os novos tratamentos recomendados, que melhoram o diagnóstico, propiciam a distribuição de drogas menos tóxicas ou a antecipação do tratamento para que os doentes tenham mais possibilidades de sobreviver”.

Embora a UNAIDS destaque no seu relatório que o Governo da África do Sul aumentou o seu orçamento dedicado à luta contra a Sida em 30 por cento em 2010, até chegar a mil milhões de dólares, os MSF consideram que o país é um dos que rejeita algumas das novas técnicas de tratamento.
“O plano de tratamento da África do Sul para portadores do HIV é bom em alguns sentidos, mas não aposta em antecipar o tratamento com antirretrovirais, pois seria mais caro e isto também acontece em Moçambique e no Zimbabwe”, assinalou o porta-voz da MSF.

Ford criticou que “há países da África Sub-sahariana, como o Lesoto, que realizam grandes campanhas de publicidade para convencer as pessoas a fazerem testes para descobrir se estão infectadas com HIV ou não, mas depois não têm os meios para tratar os que descobrem que estão”.

“Direitos aqui e agora” é a exigência da Conferência Internacional Sida’2010, que começa termina sexta-feira em Viena, com a participação de 25 mil especialistas e que, além da prevenção e tratamento, tem como objectivo denunciar a discriminação e a criminalização dos grupos de maior risco.

Cientistas, políticos, religiosos, voluntários, artistas, membros da realeza e representantes de marcas de preservativos estão em Viena até ao dia 23 para chamar a atenção sobre uma doença que tirou 25 milhões de vidas e que em 2008 afectava mais de 33 milhões de pessoas, segundo a ONU.

A reunião de Viena pretende lembrar que, apesar de grandes avanços no tratamento e, em menor escala, na prevenção, ainda há muito a fazer.

Os números da Sida continuam a ser alarmantes. Só em 2008, 2,7 milhões de pessoas se infectaram com o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), 97 por cento deles em países pobres ou em desenvolvimento. E em todo o mundo, 11 milhões de doentes não têm acesso aos tratamentos antirretrovirais.

Mas se a conferência quer continuar a chamar a atenção para a parte médica, outro dos objectivos essenciais é exigir maiores direitos e protecção para os doentes e pessoas mais susceptíveis de contrair a doença.

“A Conferência destaca que a protecção dos direitos humanos é um requisito fundamental para uma resposta efectiva ao HIV”, salienta a declaração de objectivos da Conferência Sida’2010.
“Já é evidente que o estigma, a discriminação e a violação de direitos e políticas repressivas ou equivocadas para grupos de população mais afectados pelo HIV são grandes obstáculos para se dar uma resposta efectiva ao HIV", acrescenta a declaração.

De facto, um dos documentos de trabalho da conferência, a chamada Declaração de Viena, afirma que “a penalização dos consumidores de drogas ilícitas está a fomentar a epidemia de HIV com consequências sociais e de saúde extremamente negativas. É necessária uma clara e completa reorientação da política”.

A declaração, redigida por um comité de especialistas que conta com a Nobel de Medicina Françoise Barré-Sinoussi, denuncia que o actual enfoque repressivo na luta contra a toxicodependência não só fracassou, mas está a contribuir para a expansão do contágio. Os autores do documento chegam a pedir ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que “aplique urgentemente medidas que assegurem que o sistema das Nações Unidas (...) fale com uma só voz no apoio à descriminalização dos consumidores de drogas”. “Muitos de nós, que trabalhamos em pesquisa e tratamento da Sida, enfrentamos todos os dias os efeitos devastadores das políticas mal informadas sobre drogas”, assegurou o médico argentino Julio Montaner, presidente da Conferência.

A Conferência Sida’2010 quer insistir especialmente na situação do Leste Europeu e da Ásia Central, onde a Sida está a avançar a um ritmo preocupante, devido sobretudo ao uso de drogas injectáveis e à sua excessiva criminalização.

A XVIII Conferência da Sida quer, assim, fazer avançar o debate que começou na última reunião deste tipo, no México, em 2008, e para isso conta com importantes políticos e estrelas da música e cinema.
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Fique por dentro das novidades do fórum em [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].
Já pensou em ter seu próprio espaço aqui? Então crie teu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]!
avatar
Daniela
Idealizadora
Idealizadora

Feminino Sagitário Galo
Primaveras Primaveras : 36
Mensagens Mensagens : 1099

http://cantinhodaeris.wordpress.com/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Sida diminui entre jovens em África

Mensagem por sexyboy em Sex 23 Jul 2010, 13:08

Uma boa notícia! Significa que as lutas para conscientização de jovens têm surtido efeito.
avatar
sexyboy
Destaque
Destaque

Masculino Touro Búfalo
Primaveras Primaveras : 33
Mensagens Mensagens : 152

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum