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Criança pode escolher ser menino ou menina?

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Criança pode escolher ser menino ou menina?

Mensagem por Ricardo em Seg 16 Ago 2010, 16:59

Assim que veio ao mundo, Shiloh foi recebida por flashes. Estampou capa de revistas, teve o semblante comparado com os pais e desfilou, ao lado da mãe, modelitos de vestidos e sapatinhos de boneca.

Primeira filha legítima dos atores Angelina Jolie e Brad Pitt, a menina se transformou agora no centro de um polêmico debate: aos quatro anos, quer ser um menino.

O desejo de usar calça jeans masculina, camisetões e bermudas — justificado pela famosa mãe como um gosto próprio da pequena, que, segundo ela, "pensa que é como os irmãos" — foi acatado. Hoje, Shiloh é confundida com o irmão mais novo quando está na rua, porque teve o cabelo cortado e se veste como um guri.

— Alimentar essa vontade da criança pode revelar a perturbação da identidade sexual dos próprios pais. O transtorno de gênero pode afetar diversas áreas da vida da menina e trazer problemas futuros, como quadros de depressão e dificuldade de interação social — explica o psicanalista gaúcho Roberto Barberena Graña, especializado em crianças e adolescentes.

As possíveis consequências na vida de uma criança que vive um gênero oposto ao seu (masculino ou feminino) são explicadas por questões sociais. Desde que nascem, ou quando estão na barriga da mãe, os bebês são inseridos em uma categoria definida: menino ou menina. É quando todos o classificam de acordo com a biologia e passam a comprar roupas com cor relacionada ao sexo e brinquedos diferenciados. A criança fica acostumada com esses conceitos e é tratada de acordo com o gênero que tem. Mas, quando decide ser diferente e assumir outro gênero, uma série de mudanças ocorre a sua volta.

— A distinção entre homem e mulher é básica para a compreensão de nós mesmos enquanto seres humanos. Ela regula o modo como os indivíduos são tratados, os papéis que desempenham na sociedade e as expectativas sobre o modo de se comportar e se sentir — afirma a professora de Educação da Universidade de Londres Carrie Paechter, autora do livro Meninos e Meninas (Artmed, 192 páginas).

Ela explica que, nos anos iniciais, a família é a base para o desenvolvimento da compreensão infantil do que homens e mulheres, meninos e meninas fazem e de como essas atividades podem variar de acordo com o sexo de cada um. Crianças menores demonstram tendência à generalizações e tiram conclusões sobre o masculino e o feminino a partir daquilo que enxergam — é possível que Shiloh, por exemplo, veja com encanto o mundo que cerca os irmãos.

Os pais, entretanto, não precisam se preocupar se o filho gosta de brincar com bonecas ou se a menina prefere se divertir com carrinhos ou espadas. A preferência só se torna preocupante se for corriqueira, obsessiva, diz Graña.

— Os pais participam mais ou menos ativamente na produção do transtorno. O comportamento compulsivo deve ser bem observado, e o incentivo leva à construção de um problema maior, ligado ao lado social e ao desenvolvimento da criança. Se os padrões puderem ser analisados precocemente, é possível corrigi-los — afirma Graña.

Pulando de um lado para outro

Sexo é trabalho da genética, gênero se constrói. Para que os dois andem em harmonia na vida de uma criança, é preciso ter identidade de homem ou de mulher e perceber os símbolos e significados do que é masculino e feminino.

Só que, quando sexo e gênero se contrapõem para a criança, uma série de desafios surge, principalmente na vida dos pais.

Para o psicanalista Roberto Barberena Graña, autor do livro Transtornos da Identidade de Gênero na Infância (Editora Casa do Psicólogo, 282 páginas), o caso de Shiloh, por exemplo, pode estar ocorrendo devido a uma a distorção na matriz familiar do gênero. Ou seja, uma lacuna na identidade sexual do pai ou da mãe (ou dos dois) ou nas gerações passadas da família pode contribuir para o desejo da menina de ser e se vestir como um guri.

— Ela vive, com certeza, um momento pré-transexual, o que poderá evoluir para o transexualismo adulto — explica o especialista.

É importante dar liberdade para a criança escolher suas roupas e brinquedos. Entretanto, segundo Graña, quando há compulsão por algo do sexo oposto, há transtorno, que pode afetar áreas do desenvolvimento e trazer dificuldade de interação social, estado de retraimento, quadros de depressão, tentativa de suicídio infantil (ligada principalmente a acidentes domésticos), psicose, problemas na sala de aula, agitação e hiperatividade.

Para evitar os reflexos, ele indica a busca de um profissional para fazer uma avaliação mais precisa. Quanto mais cedo, melhor.

— Aos dois ou três anos, os pais já podem observar algum transtorno e buscar ajuda. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhor a evolução clínica. O ideal é não esperar até a puberdade — avalia o especialista.

Os sinais mais comuns são o desejo compulsivo e repetitivo por atividades, brinquedos e roupas do sexo oposto. Meninos que desejam sempre vestir as roupas da mãe ou das irmãs, que se encantam por maquiagens, gurias que não querem saber das bonecas ou que preferem usar cuecas e brigam para não usar as roupas de menina, merecem ser observadas com mais atenção, diz o psicanalista.
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Re: Criança pode escolher ser menino ou menina?

Mensagem por Daniela em Seg 16 Ago 2010, 17:10

O especialista está afirmando que o transexualismo é um distúrbio e deve ser tratado!

Aos dois ou três anos, os pais já podem observar algum transtorno e buscar ajuda. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhor a evolução clínica. O ideal é não esperar até a puberdade

???


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Re: Criança pode escolher ser menino ou menina?

Mensagem por MaryanaKawaii em Dom 03 Out 2010, 19:30

!!!

Sério mesmo, esse texto parece ser uma piada de MUITO mal gosto! Olha, nunca fui "tomboy", mas gostava bastante de carrinhos, brincava com meninos e jogava video-games com eles(principalmente o ultimo, apenas uma das meninas que conhecia jogava comigo.), e eles brincavam de barbie comigo(sendo os kens, e brincavam naturalmente).Usava "roupas femininas", sim. Minha mãe me deu oportunidade de escolha até certo ponto, e acho que isso me fez mal. Só usava roupas usadas pelas minhas primas e quase nada de novo(quando o havia, não gostava). Acho que tenho um "problema" com roupas amarelas, laranjas e meio cinzas por isso, tinha três blusas que não gostava dessas cores e fui obrigada as usar.

aliás, odeio muito esses esteriótipos femininos. Não gosto da ideia de ser dona de casa. Não gosto da ideia de ser aquela que irá cuidar dos filhos, quase que unica e exclusivamente. A pior mesmo é de profissões ditas "femininas": Designer de moda, veterinária, bailarina, enfermeira...
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Re: Criança pode escolher ser menino ou menina?

Mensagem por Helena F. Coulomb em Dom 10 Out 2010, 11:20

Acho que é uma questão muito complexa. O fato é que o transexualismo é um distúrbio, ou assim é considerado pela OMS. É tratado como uma doença cuja cura é a cirurgia de mudança de sexo.

Até aí tudo bem, mas acho que dizer que a criança que prefere brinquedos e vestimentas do sexo oposto está desenvolvendo a síndrome da transexualidade é ir longe demais. Barrar uma criança de brincar com determinadas coisas ou vestir determinadas roupas é seguir a onda da ditadura sexista: "menina não pode brincar de carrinho, menino não pode brincar de casinha". Isso é ridículo e acho que é extremamente prejudicial!
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Re: Criança pode escolher ser menino ou menina?

Mensagem por alinefr em Seg 15 Nov 2010, 21:23

Há controvérsias sobre a patologização da transexualidade. Eu sou uma das que defendem o fim da classificação dela como doença e o esclarecimento e entendimento de que a diversidade de identidades de gênero é algo tão natural quanto as construções de feminilidade e masculinidade que são por si mesmas construções humanas. A doença está na sociedade binária que nos cerca as possibilidades e impõe apenas dois extremos: ou você é homem macho ou mulher fêmea. Eu sou uma mulher diferente, tanto quanto a maioria de nós deveríamos poder ser.
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Re: Criança pode escolher ser menino ou menina?

Mensagem por Impulso em Sab 24 Mar 2012, 22:08

Doença... isso não faz nenhum sentido.

Acho que criança não tem de escolher se será menino ou menina. Criança tem de brincar, se divertir, estudar e crescer.

Com o crescimento a escolha se torna natural, e mais honesta também.

Isso só pode fazer bem ao adulto que ela irá se tornar um dia. Piscadela
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Re: Criança pode escolher ser menino ou menina?

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